Corretor de Imóveis e o IRPF 2016

[Guia definitivo] 7 tipos de documentos essenciais para IRPF do corretor de imóveis não esquecer

 

Você que é corretor de imóvel e se desespera quando chega o período de entrega da Declaração de Imposto de Renda, agora, vai dar adeus aos problemas com esquecimento de documentos para elaborá-la. Tudo para o IRPF do corretor de imóveis, para não vai deixar de fora da lista nenhum documento, pois, com essa lista, é possível reunir todos eles e partir para cumprir a obrigação e dar boas-vindas à sua tranquilidade.

Leão de olho no IRPF do corretor de imóveis

Os 7 tipos de documentos

 

1) Rendas

– Informes de rendimentos recebidos das fontes pagadoras (no caso de assalariados)

– Cópias de recibos/notas fiscais fornecidos a clientes (no caso de autônomos)

– Livro-caixa ou resumo mensal do livro caixa com memória de cálculo do carnê-leão, mais o DARFs de carnê-leão; (no caso de autônomos)

– Informe de rendimentos do INSS (no caso de quem recebe benefícios previdenciários) ou de entidades de previdência privada

– Informes de rendimentos financeiros fornecidos por bancos.

– Documentos sobre rescisões trabalhistas (se for o caso), com valores individualizados recebidos em 2015 (salários, férias, 13º salário, FGTS etc.)

– informes de rendimentos de aluguéis de bens móveis e imóveis recebidos de jurídicas;

– Informações e documentos de outras rendas percebidas no exercício, tais como rendimento de pensão alimentícia, doações, heranças recebidas no ano, dentre outras;

2) Bens e direitos

– documentos que comprovem a compra de bens e direitos como: bens móveis (com valor superior a R$ 5.000,00), veículos automotores, embarcações e aeronaves.

– documentos que comprovem a venda de bens e direitos como: bens móveis (com valor superior a R$ 5.000,00), veículos automotores, embarcações e aeronaves.

– Que comprovem direitos financeiros (títulos, ações, etc) e saldos de contas correntes e poupança, cujo o valor exceda à R$ 140,00.

3) Dívidas e ônus

– informações e documentos de dívida e ônus contraídos e/ou pagos no período como: veículos automotores, embarcações, aeronaves e imóveis. E também empréstimos de instituições financeiras ou não.

4) Renda variável

– controle de compra e venda de ações, inclusive com a apuração mensal de imposto;

– DARFs de renda variável.

5) Informações gerais

– dados da conta bancária, necessária para restituição ou débitos das cotas de imposto apurado, caso se aplique;

– nome, CPF (obrigatório para maiores de 14 anos), grau de parentesco dos dependentes e data de nascimento;

– endereço atualizado;

– cópia da última Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física (completa) entregue;

– atividade profissional exercida no ano de 2015.

6) Pagamentos e doações efetuados

– recibos de pagamentos ou informe de rendimento de plano ou seguro saúde (com CNPJ da empresa emissora e a indicação do paciente);
– despesas médicas e odontológicas em geral (com CNPJ da empresa emissora ou CPF do profissional, com indicação do paciente);
– Comprovantes de despesas com educação (com CNPJ da empresa emissora com a indicação do aluno);
– comprovante de pagamento de Previdência Social e previdência privada (com CNPJ da empresa emissora);
– recibos de doações efetuadas;
– GPS (ano todo) e cópia da carteira profissional de empregado doméstico;
– comprovantes oficiais de pagamento a candidato político ou partido politico

7) Dependentes

Quando o titular da declaração incluir dependentes (esposa, filhos, etc.), tratando-se de declaração conjunta, também é necessário a apresentação da relação acima referente a eles.

Como a Receita Federal pode incluir você na Malha Fina

A Receita Federal tem acesso às informações de todas as operações imobiliárias realizadas Com a obrigação acessória eletrônica DIMOB, sigla para Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias, sejam elas: locação, sublocação, comercialização de imóveis novos, usados, em construção ou mesmo na planta, e ainda os valores recebidos e pagos a título de administração de imóveis.

Ela faz o cruzamento dessas informações através de sua poderosa estrutura de processamento de dados com outras informações que recebe como DOI (Declaração sobre Operações Imobiliárias) e a e-Financeira (Antiga DIMOF – Declaração de Informações sobre Movimentação Financeira) para identificar possíveis inconsistências em sua declaração causada por erro, seja ele proposital ou não.

Multas de até 150% sobre o imposto devido é uma grande motivação para dar muita atenção ao fazer a sua declaração.

Agora pegue papel e caneta, junte todos os seus documentos, confira a nossa lista novamente para ter certeza de não ter esquecido nada, e pronto, caso você vá preencher e entregar a declaração, já pode começar, caso vá contratar um consultor, você vai ajuda-lo imensamente e tornar o trabalho dele muito mais fácil.

Veja o nosso especial sobre IRPF 2016, com tudo o que você precisa saber para a sua declaração. (clique aqui)

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